As cortinas do tabernáculo de Moisés: Seu valor espiritual e tipológico para vida cristã contemporânea
4 de agosto de 2020
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O Destino Futuro dos Justos e dos ímpios

Que devemos crer no tocante ao presente estado daqueles que já faleceram? O estado intermediário daqueles que tem partido desta vida tem sido assunto de muita conjetura. Nem mesmo a luz que brilha das Escrituras parece ser tão forte quanto alguns desejariam. E suficiente, entretanto, revelar os fatos essenciais. Há duas palavras que precisam ser consideradas neste contexto, pois desempenham importante papel no ensino da Bíblia sobre o assunto. As duas palavras são: “Sheol” e “Hades”, sendo a primeira hebraica, e a segunda grega. As duas palavras têm a mesma significação, isto e, referem-se ao mesmo lugar geral: a habitação das almas dos mortos. Em algumas traduções essas palavras são traduzidas de diversas maneiras, tais como “inferno”, “abismo” e “sepultura”, porem não são traduções corretas, pois cada um desses vocábulos nossos tem seu próprio equivalente hebraico ou grego. Há versões que evitam o erro não traduzindo, mas apenas transliterando as palavras “Sheol” e “Hades’’.

No Antigo Testamento, todos aqueles que morriam, tanto justos como ímpios, são referidos como tendo ido para o Sheol (Gn 37.35; Sl 9.17; 16.10). Na narrativa do rico e Lázaro em Lucas 16, Jesus levanta a cortina e revela o fato de que no Sheol ou Hades existem dois compartimentos. O primeiro, chamado de “seio de Abraão”, era a habitação dos justos, e então era identificado com o Paraíso (Lc 23.43, comparado com Mt 12.40). Por ocasião da ressurreição de Cristo essa parte do Hades foi esvaziado de seus ocupantes, que foram transferidos à destra de Deus (Ef 4.8-10 comparado com 2 Co 12.2-4; Sl 68.18; Zc 9.11,12). A nova habitação dos justos é atualmente chamado de Paraíso. É a esse lugar da presença de Cristo que o crente vai por ocasião de sua partida deste mundo, e é ali que o crente habita em comunhão consciente com Cristo, onde permanecerá também até a ressurreição dos justos (Fp 1.23,24; 2 Co 5.6-8; 1 Ts 4.14-17). A outra parte do Hades ou Sheol, que era separada do Paraíso pelo grande abismo, é a habitação das almas dos ímpios. É a prisão temporária onde os criminosos do universo são mantidos aprisionados enquanto esperam o Julgamento do Grande Trono Branco.

Sob esse tópico devemos considerar o destino futuro das duas classes, os Justos e os Ímpios — aquele destino que tem seu início após está presente vida terrena e depois do encerramento desta atual ordem mundana.

I . O Céu em sua Relação com o Destino Futuro dos Justos.

Segundo certas crenças tradicionais, supõe-se que existam sete céus, mas as próprias Escrituras se referem apenas a três: o céu atmosférico (At 14.17); o céu estelar (Gn 1.14), e o terceiro céu (2 Co 12.2; Dt 10.14).

Haverá novos céus e nova terra. “São indiscutíveis as possibilidades de serem dissolvidos os céus, de se desfazerem abrasados os elementos e de vir a existir um novo céu e uma nova terra (2 Pe 3.10-13). Em que sentido serão novos? Não significa que serão novamente trazidos à existência, mas renovados, assim indicando existência prévia. Através as Escrituras é ensinada a reconstituição do mundo material, mediante a qual este passará da escravidão e da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus. E a sede final da Cidade de Deus é estabelecida não como um céu remoto, diáfano no espaço, mas antes, aquele novo mundo que é o mesmo mundo antigo. Há algumas notáveis ausências nessa nova Cidade: não haverá pecado, nem Satanás, nem tristeza, nem maldição, nem corrupção, nem mortalidade.

Invertam-se as misérias terrenas e ter-se-á alguma idéia das alegrias do Céu. As primeiras cousas passaram.” — Kemp.

1. Sua realidade bíblica.

Cl 1.5 — Por causa da esperança que vos está preservada nós céus, da qual antes ou vistes pela palavra da verdade do evangelho.

V. A. — 1 Pe 1.3-5; 1 Ts 4.16,17.

D. D. — O destino celestial dos justos é um fato estabelecido, não pela razão humana, mas antes, pela revelação divina.

2. Sua forma: um lugar.

As Escrituras indicam determinada parte do universo, chamada de céu, como ti futura habitação dos crentes. As Escrituras ensinam que o céu é um lugar.

Jo 14.2,3 — Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos prepararei lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.

V. A. — 1 Ts 4.17; Sl 23.6; 1 Pe 1.3-5; Hb 12.22; 11.10,16.

Em algumas das passagens acima, bem como em Ap 21 e 22, o futuro lar do crente é descrito como uma cidade. O Dr. Bonar refere-se a essa cidade como “bem construída, bem iluminada, bem servida de água, bem aprovisionada, bem guardada e bem governada”.

(1) Lugar de ambiente e associações santas.

Ap 21.2 — Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

V. A. — Ap 21.3,27; 22.15.

(2) Lugar de grande beleza e esplendor.

Ap 21.18 — A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido.

V. A. — Ap 21.3-27; 22.15.

(3) Lugar de grande alegria e regozijo.

Ap 21.4 — E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram.

V. A. — Sl 16.11.

(4) Lugar de santos deleites e satisfações.

Ap 22.14 — Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.

V. A. — Ap 21.6′; 7.16.

(5) Lugar de grande luz e glória.

Ap 21.23 — A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.

V. A. — Ap 22.5.

3. Seus habitantes — homens redimidos e anjos não-caídos.

Ap 21.9,10 — Então veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro; e me transportou no espírito, até a uma grande e elevada montanha, e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus.

V. A .— Ap 21.2,7; 22.3,14.’

Entre os habitantes da Cidade Celeste estará em lugar de destaque, a Igreja; de fato, o título que será dado a essa Cidade Santa é “a noiva, a esposa do Cordeiro”. Provavelmente haverá outros dentre os redimidos lá, especialmente os santos do Antigo Testamento. Isso fica subentendido pelos nomes das Doze Tribos de Israel, incorporados nas portas da cidade (Ap 21.22).

Quatro descrições são feitas de seus habitantes: “vencedores”, identificados com os crentes regenerados em 1 Jo 5.4,5; “filhos de Deus”, aqueles que têm sido feitos tais pela Sua graça regeneradora, mediante a fé em Cristo Jesus; “servos”, que o são mediante sua consagração; e “obedientes”, aqueles que cumprem Seus mandamentos, não para obterem a salvação, mas como prova de a possuírem.

Há também seres angelicais, entre os quais encontramos os querubins e os serafins, além dos anjos propriamente ditos (Ap 5.14; Is 6.1,2; Mt 22.30). Naturalmente que, em posição proeminente entre os habitantes do Céu, encontramos Deus, sobre Seu trono, e o Cordeiro.

4. Suas atividades: a execução da vontade de Deus.

Ap 22.3 — Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão.

V. A. — Mt 6.10.

(1) Descanso.

Ap 14.13 — Então ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.

(2) Adoração.

Ap. 5.14 -— E os quatro seres viventes respondiam: Amém; também os anciãos prostraram-se e adoraram..

V. A. — Ap 5.11-13; 4.8.

3) Serviço.

Ap 7.15 — Razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo.

Talvez não saibamos exatamente quais ou quantas formas de serviço sei ao prestadas. É evidente, contudo, que incluídos nesse serviço se encontram o julgar e o reinar juntamente com Cristo (Ap 2.26,27; 3.21; 2 Tm 2.12).

D. D. — O Céu é um lugar preparado para um povo preparado, com programa apropriado a ambos.

I I . O Inferno em Sua Relação com o Destino Futuro dos ímpios.

Conforme usado aqui, o termo “inferno” significa a habitação e a condição final dos pecadores. Essa é uma questão a respeito da qual tanto a ciência como a filosofia se mantêm necessariamente em silêncio, ao mesmo tempo que somente a revelação tem permissão de falar como tendo autoridade.

A palavra grega traduzida “inferno”, que descreve essa habitação, é “gehenna” — “o nome dado ao vale de Hinom, ao sul de Jerusalém, onde era lançado e queimado o lixo da cidade. A qualquer momento, de dia ou de noite, via-se o fogo com sua fumaça subindo nesse vale. Jesus faz dele o símbolo do inferno, ‘onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga’.” — Dixon.

1. Sua Realidade Bíblica.

(1) Estabelecida pela Razão.

a. O argumento tirado do Princípio de Separação.

Esse princípio opera em todos os setores da vida. Os mortos são separados dos vivos: todo cemitério e crematório é um argumento a favor da existência do inferno. O lixo é separado do alimento sadio: toda lata de lixo é um argumento a favor da existência do inferno. O refugo é separado das cousas de valor: cada monte de refugo é um argumento a favor da existência do inferno.

“Aqueles que rejeitam a vida em Deus se tomam, mais cedo ou mais tarde, ‘refugo’ em seu caráter e, na natureza das cousas, precisam ser removidos para um lugar separado.” -— Dixon.

b. O argumento tirado do Princípio da Consequência Natural.

O inferno é o resultado lógico da sequência de uma vida de impiedade. O Pecado condena tão certamente quanto o fogo queima, a água molha ou a enfermidade incurável mata. Pecado significa inferno, tanto neste mundo como no vindouro. A fumaça do tormento ascende aqui desde o lupanar, desde a taberna, desde a noite, desde a casa do ébrio, desde o tribunal de divórcio, desde a prisão, desde a cadeira elétrica, desde a forca, desde o hospital de alienados mentais, desde o cabaré, e desde as vidas de homens e mulheres que estão a queimar-se na fornalha de suas próprias concupiscências.

c . O argumento tirado do Princípio de Restrição.

Existem aqueles que se sentem impedidos do crime e da iniquidade com receio do castigo. Eliminar toda penalidade pela desobediência à lei é abrir as comportas do crime. “Se houvesse mais pregação do inferno nos púlpitos, haveria menos do inferno em cada comunidade.” — Dixon. O aumento dos suicídios, dos homicídios e dc outras formas de crimes, se deve, em não pequena medida, à remoção do temor de toda retribuição futura.

d. O argumento tirado do Princípio da Obrigação Governamental.

Deus precisa, em vista de Sua lei e justiça, impor castigo ao pecador. É preciso satisfazer à justiça ofendida. A penalidade contra a lei desobedecida deve ser sofrida. Se isso não for feito em lugar do pecador, terá que ser feito por ele. Uma lei sem penalidade não passa de uma farsa, assim também como uma penalidade não cumprida.

(2) Estabelecido pela Revelação.

Mt 5.29 — Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno.

V. A. — Mt 10.28; 25.46; Ap 20.15.

D. D. — O fato do inferno está em harmonia com a razão e de conformidade com os ensinamentos da Revelação Divina.

2. Sua forma: um lugar.

Assim como o céu é um lugar, tendo sua localização definida, assim também é o inferno. Isso é visto pelo fato que é representado como possuidor de habitantes. É ainda demonstrado em razão do fato que os seus habitantes possuem não apenas almas, mas também corpos. Também se pode inferir pela descrição da presente habitação dos ímpios, no Hades, como “lugar” (Lc 16.28), pois é desse local que hão de ser transferidos para o outro lugar chamado “Geena”. Pode-se ainda afirmar que todos os termos descritivos que são usados a respeito do inferno denotam localidade.

(1) Lugar de associações profanas.

Ap 21.8 — Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

V. A. — Ap 22.15.

(2) Lugar de aprisionamento e morte.

Ap 20.14 — Então a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago do fogo. Esta é a segunda morte, o lago do fogo.

V. A. Mt 5.24,25; Ap 20.15.

(3) Lugar de tristeza e desespero.

Lc 13.28 — Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós lançados fora.

V. A. — Mt 25.30; 22.13; 24.51.

V. T. — Jo 3.36.

(4) Lugar de infortúnio e tormento conscientes.

Ap 20.10 — O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago do fogo e enxofre, onde também se encontram não só a besta como o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos.

V. A. — Ap 14.11.

V. T. — Lc 16.24,25.

(5) Lugar de trevas e degradação.

Mt 25.30 — E o servo inútil lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.

Ap 22.11a — Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo.

3. Seus ocupantes: os impenitentes.

As Escrituras descrevem uma multidão heterogênea que comporá os habitantes dessa morada dos perdidos. Estes representam muitas e diversas formas e graus de pecado e iniquidade, mas todos são culpados e serão condenados.

(1) Satanás e seus anjos.

Mt 25.41 — Então o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.

(2) A Besta e o Falso Profeta.

Ap 20.10 — O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago do fogo e enxofre, onde também se encontram não só a besta como o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos.

(3) Homens ímpios e incrédulos.

Ap 21.8 — Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras, e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

4. Sua Duração: Eterna.

(1) Estabelecido pela Razão.

a . O argumento tirado da existência interminável da alma.

A criação do homem à imagem de Deus leva consigo a necessidade de uma existência interminável, pois esse é um elemento muito essencial no Ser de Deus e, por conseguinte, necessário do ser do homem, em vista da similaridade indicada pelos termos “imagem” e “semelhança”. Assim como a vida é essencial à existência, assim também a existência interminável implica em vida interminável. As Escrituras nunca representam a alma como sujeita à morte no sentido de se tornar extinta ou passar a um estado de existência inconsciente. Visto que o homem tem existência interminável é necessário, portanto, que passe a eternidade de algum modo, em algum lugar, e, visto que a impenitência dos ímpios exclui a possibilidade de sua reconciliação com Deus e livramento do castigo, é necessário, portanto, que seu castigo seja eterno. Pois o pecado dos ímpios desse modo se toma pecado eterno, e eles mesmos se tornam eternos pecadores. Ver, como ilustração, Mc 3.29.

b . O argumento tirado do sacrifício infinito de Cristo.

“Se qualquer cousa menos que a punição eterna for devida em vista do pecado, que necessidade havia de um sacrifício infinito para livrar do castigo? Jesus derramaria Seu precioso sangue para livrar-nos das consequências de nossa culpa, se tais consequências fossem apenas temporárias? Conceda-se-nos a verdade de um sacrifício infinito, e disso tiraremos a conclusão que o castigo eterno é uma verdade.” — C. H. M.

(2) Estabelecido pela Revelação.

Mt 25.46 — E irão estes para o castigo eterno, porém os justos para a vida eterna.

V. A. — Mc 3.29; Jo 3.36; 2 Ts 1.9.

Alguns afirmam que a palavra grega “aionios”, traduzida na passagem acima como “eterno” significa apenas um período indefinido de tempo, e que não significa “interminável” ou “eterno”. Essa palavra ocorre cerca de setenta vezes no Novo Testamento, e deve ter o mesmo sentido em cada caso. “A palavra que é aplicada ao castigo dos ímpios também é aplicada à vida. que os crentes possuem (Mt 19.16), à salvação e redenção na qual se regozijam (Hb 9.12), à glória pela qual esperam (2 Co 4.17), àquelas mansões nas quais esperam habitar (2 Co 5.1), e à herança que esperam desfrutar (Hb 9.15). Além disso, é aplicada a Deus (Rm 16.26) e ao Espírito (Hb 9.14).     

Se, portanto, for sustentado que o termo ‘eterno’ não significa ‘eterno’ quando aplicado ao castigo dos ímpios, que garantia possuímos de que significa eterno quando aplicado à vida, à bênção, à glória dos remidos? Que fundamento possui alguém, por mais erudito que seja, para destacar sete casos, dentre os setenta em que a palavra ‘aionios’ é usada, para-dizer que nesses sete c i i s o j e l a n ã o significa eterno, ainda que nos casos restantes tenha esse significado? Não dispõe de fundamento algum.” — C. H. M.

— O inferno é um lugar preparado para o diabo e seus anjos, e toma-se a habitação eterna de quem se identifica com Satanás.

Prof. Me Uilson Nunes
Prof. Me Uilson Nunes
Mestre em Letras pela Universidade Federal de São Paulo (2019), Pós-Graduado em Docência no Ensino Superior pela Universidade nove de Julho e Pós- Graduado no ensino de jovens e adultos pelo Centro Paula Souza e Ministério da Educação (MEC) por meio do programa Brasil profissionalizado, Graduado em Pedagogia (Uninove), Graduado em Letras - Licenciatura Plena Português e Inglês pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Tibiriçá e Graduado em Teologia - Ciência da religião pelo Seminário Teológico Betel Brasileiro. Atualmente é professor titular de língua portuguesa e inglesa na Etec Bartolomeu Bueno da Silva - Anhanguera, coordenador de aplicação do vestibular Fatec Santana de Parnaíba e professor de teologia na FAESP e ETADEMP.

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